
Dia 10.12.2025
Faltam 15 dias para as festas de fim de ano que eu chamo de “jogos vorazes do perú”, e, sinceramente, já nem sei se estou preparado para tanto glitter emocional. A cada manhã, acordo, olho pro calendário e penso: “Oxente, mas ontem faltavam mais dias… quem tá mexendo nisso enquanto eu durmo?”
Dia 15.12.2025
A contagem regressiva virou praticamente um esporte olímpico: tem gente fazendo planilha, tem gente marcando X no calendário, e eu aqui só tentando lembrar onde escondi os panetones que comprei “pra deixar pra dezembro” (spoiler: já acabou em novembro).
Dia 20.12.2025
E o clima de final de ano já começou mesmo: o Wi-Fi entra de férias, os boletos parecem mais felizes por estarem acabando, e até o chefe começa a soltar um sorrizinho suspeito que diz: “Vamos deixar isso pro ano que vem?”
A cada dia que passa, o calendário olha pra minha cara com aquele ar julgador, tipo: “E aí, já comprou presente? Já resolveu sua vida? Não? Surpresa!”
No fundo, a contagem regressiva é isso: cada dia que passa, a gente fica um pouquinho mais cansado, um pouquinho mais ansioso, e 300% mais pronto pra comer até não conseguir levantar da cadeira.
A contagem regressiva é praticamente um reality show: gente surtando, gente fingindo que está tudo sob controle, e eu aqui competindo pelo grande prêmio de “quem consegue terminar o ano apenas levemente destruído emocionalmente”.
E claro, começa a fase das promessas:
— Ano que vem vai ser diferente!
Sim, vai… vai ter mais boletos, mais reuniões e, se a sorte ajudar, um panetone um pouco mais barato.
Então seguimos firmes na contagem regressiva — porque já estamos cansados demais pra correr e ir embora.


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